Dicas da Impacto

Como realizar a limpeza correta após a reforma do imóvel

Publicado em 10/03/2017 às 08h49

 

Depois de pensar em todas as etapas da reforma de um imóvel, incluindo projeto, materiais e mão de obra, falta apenas um detalhe fundamental para finalmente desfrutar do resultado: a limpeza.

Essa etapa é importante para tirar manchas de tinta, restos de gesso, cimento e resíduos da reforma, deixando o ambiente pronto para receber os móveis e itens de decoração. Vale lembrar que uma limpeza pós-obra é diferente de uma faxina cotidiana, pois os tipos de sujidades e os produtos são específicos.

Nas Dicas da Impacto de hoje, confira passo a passo de como realizar uma limpeza 100% eficaz:

 

1. Antes de começar a limpeza

Para organizar os materiais que serão usados e evitar interrupções durante a faxina, é necessário listar todas as superfícies a serem limpas e os produtos adequados para cada caso.

Alguns produtos de limpeza essenciais são: solventes para tintas, removedores para ceras, limpadores de sujeiras pesadas para piso, limpa-vidros, sabão líquido, desinfetante e álcool. Antes de aplicá-los, leia com atenção e siga as instruções indicadas nos rótulos. Isso evita que você danifique o material a ser limpo.

Lembre-se de fazer um teste em uma área reduzida da superfície. Também não deixe de remover todo o produto com bastante água para não causar manchas.

Algumas ferramentas básicas também são importantes: espátulas, esponjas, panos, baldes, vassouras, rodos, aspirador de pó e escadas.

 

2. Como fazer a limpeza após a reforma de um imóvel

Qualquer reforma, por mais simples que seja, produz muita poeira, sujeira e entulho, por isso, o primeiro passo é retirar todo o lixo e móveis possíveis. Isso abre espaço no local e facilita a faxina.

Antes de iniciar a limpeza mais detalhada, tire o pó mais “grosso” do piso e janelas varrendo ou com aspirador de pó.

É recomendável começar a limpar o imóvel de cima para baixo, ou seja, do teto em direção ao chão, e dos fundos para a entrada. Essa orientação visa evitar que as pessoas pisem onde já está limpo.

 

2.1. Teto e paredes

Para limpar o teto e as paredes, uma vassoura úmida com água é suficiente. Esprema as cerdas da vassoura até que não pingue mais e passe-a no canto que une a parede e o teto, além de “varrer” a extensão dessas áreas. Em paredes com azulejos, retire o excesso de rejunte e manchas de tinta e passe o produto de limpeza indicado. Depois finalize com um pano úmido e outro seco.

 

2.2. Móveis e objetos

Nos armários, prateleiras e lustres, por exemplo, o acúmulo de pó pode ser limpo com um pano úmido com água e detergente. Por fim, se necessário, utilize um lustra-móveis, polindo a superfície.

Para retirar facilmente adesivos de louças sanitárias, vidros e onde mais eles estiverem, o indicado é encharcar o adesivo e tirar com cuidado usando uma espátula plástica. Caso sobrem pedaços menores, utilize água quente.

 

2.3. Janelas e vidros

Depois que as janelas e vidros já estão sem pó, a limpeza deve ser feita com limpa-vidros que removem gordura, tinta, cola e outras sujeiras. Também podem ser usados raspadores de vidros especiais, que não riscam.

 

 

2.4. Pisos

Última parte a ser limpa depois da reforma, o piso merece atenção especial, porque os resíduos podem danificar o revestimento novo. Nesse caso, são necessários produtos especiais para limpeza pesada, que não mancham ou agridem o brilho das cerâmicas.

A limpeza mais “fina” de porcelanatos, por exemplo, pode ser feita com detergentes neutros diluídos em água e panos macios, além dos produtos específicos para este tipo de superfície. Para pisos de madeira, varrer o chão com vassoura de cerdas macias e passar um pano úmido já confere um resultado eficiente.

Para um melhor resultado e uma manutenção mais fácil, durante a limpeza pós-obra é interessante aplicar produtos protetores, seladores e antiderrapantes no piso novo.

Na limpeza após a reforma de um imóvel é muito importante prestar atenção aos mínimos detalhes, pois assim você conseguirá manter o aspecto de “novo” dos materiais usados e sentirá que todo o trabalho valeu a pena. Depois é só descansar e curtir sua casa nova. 

 

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Categoria: Outros
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A versatilidade da Ducha Higiênica

Publicado em 09/03/2017 às 10h53

 

Acessório prático, muito útil e fácil de instalar no seu banheiro, a ducha higiênica veio e definitivamente tomou o espaço do antigo bidê.

Sim, eles não são a mesma coisa, embora muitas pessoas os confundam. Mesmo tendo a mesma finalidade, eles tem características de uso muito diferentes.

Se você tem em sua casa ou apartamento uma ducha higiênica e não a usa muito pois não consegue manuseá-la direito, se molha ou simplesmente acha ineficiente, vamos mostrar a você algumas dicas sobre a praticidade desse acessório. Acompanhe abaixo mais uma de nossas Dicas:

 

1. Conheça as diferenças entre ducha higiênica e bidê

Muito usado antigamente, o bidê era um item tão comum nos banheiros quanto o vaso sanitário. Sua função era a mesma que a ducha higiênica hoje: promover a limpeza com água da região íntima. Mas há quem diga que também era usado para lavar os pés.

Já a ducha higiênica se destina unicamente à região intima, o que para alguns é sem dúvida muito mais prático do que o antigo acessório, uma vez que, além de ocupar menos espaço, são mais versáteis e elegantes.

Os bidês se tornaram ineficientes em certas situações pois, por exemplo, uma mulher que estivesse usando calças, deveria tirá-las completamente para que pudesse usá-lo ou se sentar de costas. Ou seja, não facilitava nem um pouco a higienização.

 

2. Saiba como instalar corretamente a ducha higiênica

Para usufruir dos benefícios deste produto, bem como garantir uma boa instalação do equipamento, é preciso observar alguns detalhes durante a instalação.

Verifique em seu banheiro a saída de água e certifique-se que a pressão da água em sua residência é adequada. Se esta for muito forte, é necessário manter o registro fechado sempre que o aparelho não estiver sendo utilizado.

Observe também antes da compra da sua ducha higiênica se ela contém: registro, engate flexível, um gatilho e dois anéis de vedação.

Durante a instalação, você deverá fechar o registro do banheiro, vedar o local do registro com uma fita Veda Rosca e encaixar os anéis de vedação, um na ponta do engate flexível e outro na ponta do registro.

Por fim, o próximo passo é rosquear bem os dois lados e abrir o registro para verificar se não há vazamentos.

 

 

3. Escolha o melhor modelo para o seu banheiro

Você pode ter em seu banheiro, uma ducha higiênica de muito bom gosto, bastando apenas fazer a escolha certa para a sua necessidade, focando no tamanho ideal, local da instalação e um modelo que combine com o restante da decoração.

Há mais de 40 modelos diferentes de ducha higiênica no mercado, tudo vai depender da facilidade e objetividade desse acessório em sua casa. Opte por algo que seja prático e versátil  na utilização cotidiana.

Pensando nisso, vários modelos foram desenvolvidos, inclusive as elétricas, que visam maior conforto em dias frios. Com os diversos modelos, também haverá variados valores, indo desde os mais acessíveis aos mais luxuosos, tudo à sua escolha.

Agora que você já viu como é simples a instalação e o uso de uma ducha higiênica, já pode complementar o seu banheiro com esse acessório tão útil para sua higiene pessoal.

 

Confira no link abaixo a ducha higiênica que temos disponível em nossa loja:

- DUCHA HIGIÊNICA COMAT C25 COM GATILHO ABS

Categoria: Hidráulica
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Nivelando Porcelanato com as Ferramentas Certas

Publicado em 08/02/2017 às 08h20

 

Nada pior do que investir num lindo porcelanato e ele acabar sendo mal instalado. A seguir mostramos as ferramentas ideais para chegar a um resultado perfeito na hora de assentar pisos em porcelanato.

Atualmente o mercado oferece diferentes ferramentas para garantir uma instalação perfeita do seu porcelanato. Eles são simples de usar, de baixo custo e proporcionam um resultado bastante satisfatório.

O visual final do piso em porcelanato é pleno, além de não correr o risco de trincas ou rachaduras das peças – o que, além do prejuízo, podem levar a acidentes. Confira a seguir as ferramentas necessárias para um nivelamento perfeito:

 

1. Clipes e Cunhas para Nivelar Piso de Porcelanato

Clipes de nivelamento de pisos são peças de plástico colocados entre as peças quando a massa ainda está úmida. Sua primeira função é a de espaçar as peças de porcelanato sempre na mesma distância, que em geral é de 1.0mm, 1.5mm, 2.0mm 3.0mm e 4.0mm. Mas também servem como niveladores. Sua função niveladora acontece em conjunto com as cunhas, ficando travados por elas. É importante que ambos sejam da mesma marca.

As cunhas são capazes de marcar exatamente em que profundidade os clipes devem estar enterrados para que todas as peças estejam assentadas no mesmo nível. Contudo, atenção para não apertar demais as cunhas, pois isso poderá arrebentar os clipes.

Se a peça de porcelanato for maior, coloque dois ou mais clipes e cunhas de cada lado da mesma.

"Quando estão corretamente tensionados pela cunha, os clipes se rompem apenas com a batida de um martelo de borracha ou mesmo um chute. Desta forma, os clipes podem ser descartáveis, mas as cunhas podem ser reutilizadas enquanto estiverem em boa forma."

Mas o ideal é serem retirados com a ajuda de um alicate. De modo que os clipes são preservados e, assim como as cunhas, adquirem duração de até 30 novos usos.

 

2. Alicate para Nivelamento de Pisos de Porcelanato

A princípio, quando se fala sobre alicates de nivelamento, pensa-se naqueles utilizados simplesmente para retirar os clipes quando a massa de assentamento do porcelanato já secou.

No entanto existem alicates especiais que ajudam nas demais etapas do trabalho. São os alicates niveladores de pisos. E há um modelo específico para porcelanatos.

Sua grande vantagem é que com ele é possível que as cunhas sejam ajustadas nos clipes com a mesma intensidade de força e precisão de medida.

Na verdade, a intensidade da força pode ser regulada antes do início do uso do alicate. Além disso, preserva as mãos de possíveis desconfortos na hora de pressioná-lo.

Alicates assim, como o NivelaPisos, são especialmente indicados para o assentamento de peças de tamanhos menores –  60x60cm ou 45x45cm, por exemplo. Mas peças maiores também podem ser beneficiadas. Vale lembrar, no entanto, que o alicate é vendido separadamente de clipes e cunhas.

 

Agora que você já sabe quais ferramentas utilizar e como usá-las, adquira-as aqui em nossa loja nos links abaixo e deixe seu porcelanato com um visual impecável:

- Alicate Azulejista Cortag Nivelamento Piso 60695;

- Espaçador Cortag Cunha Nivelamento;

- Espaçador Cortag Nivelador 1,0mm;

- Espaçador Cortag Nivelador 1,5mm.

Categoria: Ferragens
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Como entender um Projeto Hidráulico

Publicado em 06/02/2017 às 10h27

 

Não existe construção ou obra que não inclua um projeto hidráulico. Afinal, a passagem de tubulações de água precisa ser cuidadosamente planejada, por isso, o projeto hidráulico é um dos requisitos mais importantes na hora de construir ou reformar. Ele evita inúmeros erros na montagem do sistema, economizando dinheiro e tempo.

Ele prevê todas as especificações de canalização, com as dimensões necessárias ao sistema hidráulico. E devem ser bem guardados para possíveis futuras obras ou reparos em encanamentos.

 

Conteúdo da Planta Hidráulica

A planta geral da instalação hidráulica mostra o conjunto de ramificações do encanamento e os lugares por onde passam estes canos, com tamanhos e outros detalhes.

Para simplificar, vamos chamar de encanamento vários dutos condutores responsáveis pela distribuição de não apenas água mas também eletricidade, gás, telefone, etc.

Se você pretende mudar uma parede, fazer um buraco para uma nova porta, colocar uma prateleira ou ainda consertar um vazamento interno de uma parede, você tem de ter em mãos a planta geral de instalação hidráulica e a elétrica, por alguns motivos:

  • Localizar a passagem dos canos, e quais;
  • Saber qual é o registro que fechará a água ou qual a caixa onde se desconecta um determinado cômodo;
  • Saber quais as ramificações que ficarão à seco (banheiros, cozinha, etc) ou no escuro caso, o conserto leve tempo.

Um aspecto muito importante para se levar em conta é a pressão da água na rua, quando a pressão da água é muito baixa, acaba levando tempo demais para encher a caixa d’água. Isso acarreta desde a escassez da água em casa ao mau funcionamento de chuveiros (com pingos ao invés de jatos), lavadoras de roupa (demoram para encher) e de louça (demora para completar sua função).

Em contrapartida, se a pressão é demasiadamente alta, a tubulação deverá ser mais larga e com conexões bem mais fortes. A saída é instalar dispositivos que controlam esses extremos de pressão.

 

Projeto Hidráulico: Símbolos

Uma planta de projeto hidráulico assinala os pontos exatos onde se encontrarão o material da tubulação, a própria tubulação e seus diâmetros. Na verdade, ela se desdobra em duas plantas.

A primeira é a de Distribuição e Captação Geral, que ilustra a entrada de água, esgoto e ralos. Também indica a alimentação de água quente e fria. A segunda trata exclusivamente das temperaturas: chama-se Vistas de Água Fria e Quente.

Abaixo temos uma única planta que engloba essas duas informações:

 

Categoria: Hidráulica
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Como pintar com spray

Publicado em 25/01/2017 às 15h20

 

Você, que vai retocar suas paredes e gosta do eficiente e econômico "faça você mesmo", não pode perder nossas dicas de como pintar com spray. A tinta atomizada funciona à pressão e permite grande variedade de efeitos, além de evitar problemas com gotejamento e marcas e dispensar mão de obra com alguns equipamentos.

Você pode estilizar sua parede com moldes feitos em papel estêncil e levar muita personalidade para a decoração da sua casa. Confira abaixo alguns macetes para poder ter 100% de aproveitamento de suas latas de tinta em spray!

 

Como escolher a tinta

Tanto a tinta aerosol quanto a multiuso são boas escolhas para pintura, principalmente se antes for aplicado um produto de fundo. O que deve ser levado em consideração é a consistência da tinta e a cor em relação à decoração do ambiente.

Existem variações, como a tinta metálica ou fosca, que ajudam a ressaltar as outras cores, assim como diferentes calibragens na lata, que permitem aplicações mais ou menos espessas. Essa espessura é conhecida como padrão de aplicação.

Tintas mais caras exigem menos demãos. Faça uma boa pesquisa de custo x benefício e escolha a que se encaixar melhor às suas necessidades.

 

Como preparar o ambiente

Primeiro, utilize uma lixa para nivelar a superfície onde será aplicado o spray. Depois, limpe bem a parede, removendo manchas e poeiras.

Aplique um produto de fundo, como prime ou tinta látex, para garantir que não haverá interferências do desgaste da pintura anterior. Consulte no rótulo o tempo necessário para secagem antes de aplicar a primeira demão.

Teste a tinta spray em uma superfície descartável para evitar surpresas com a regulagem da pressão da lata ou cores indesejáveis.

Utilize acessórios de segurança, como máscaras e óculos, para não inalar o pó que se solta na reação química. Para que ele não suje o chão, cubra-o com jornal e isole os móveis e objetos com panos velhos. Se necessário, coloque fita adesiva em cantos e frestas.

 

Como fazer a aplicação

Fique a aproximadamente 30 cm de distância da parede para conseguir um acabamento satisfatório.

Aplique camadas finas de tinta. A primeira deve ser ainda mais leve do que a segunda para garantir uma pintura uniforme.

Utilize o movimento de vai e vem, de cima para baixo ou da esquerda para direita. Ele também vai ajudar na uniformidade da aplicação.

Para estilizar sua parede com estêncil, imprima um desenho da internet ou faça o seu e recorte a imagem sobre um pedaço de papelão, com cerca de 20 cm a mais de cada lado, para evitar que a tinta suje a parede.

Comece pelo lado de fora do molde, passando por cima e terminando do outro lado. No intervalo das aplicações, agite o tubo do spray para manter fresca a mistura da tinta. Aguarde no mínimo duas horas antes de aplicar a segunda camada.

Ao finalizar a pintura, guarde o tubo de cabeça para baixo e pressione a válvula até sair somente gás. Dessa maneira, é possível evitar o entupimento do frasco e utilizá-lo novamente.

 

Agora que você já sabe como pintar com spray, invista na sua criatividade e explore todas as possibilidades que a forma de estêncil pode oferecer.

Categoria: Tintas
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Como surge a umidade?

Publicado em 25/01/2017 às 09h57

 

 

 

Nessa época de chuvas constantes, é praticamente comum nos depararmos com alguma mancha, goteira, bolhas e mofo nas paredes de casa, no teto, até mesmo no chão. Mas de onde surge isso? Como evitar? Confira abaixo algumas dicas para proteger a sua casa e consequentemente deixar sua moradia mais segura e confortável.

A presença da umidade pode trazer muitas interferências para uma habitação, sendo prejudicial para a saúde e também para o bolso. Mais comum em casas do que apartamentos, a umidade também afeta a estrutura e estética da residência, gerando um aspecto desagradável. Região em que elas mais aparecem é na parede, deteriorando sua aparência. Para tratar do mofo em casa, acompanhe nossas dicas de como tirar umidade da parede de uma vez por todas.

 

De onde vem a umidade das casas?

Todo terreno possui algum contato com a umidade – seja pela água presente no solo (lençóis freáticos, terras não drenadas, vazamentos), ou na atmosfera (localizadas em locais chuvosos, próximos de rios ou de mar). A proximidade com terrenos em construção, que utilizam muita água na obra, também pode ser um fator determinante.

 

Sinais da umidade em paredes internas

Assim como as doenças, se for percebido no começo, a umidade é fácil de ser cuidada. Fique atento ao aparecimento de manchas escuras e bolhas que “estufam” da parede. Quando está mais avançada, pode ocorrer o fenômeno da eflorescência, quando a parede começa a desintegrar, devido à formação de sais solúveis trazidos pela umidade.

 

Minimizando os prejuízos

Além de afetar a parte estética da casa, a umidade pode trazer problemas financeiros para a família. Reparar paredes muito impregnadas pela umidade requer tempo, dinheiro e mão de obra especializada. Além da parte da construção, a umidade dentro de casa pode trazer problemas de saúde, como rinites alérgicas e dores de cabeça crônicas. O melhor a fazer é saber identificar a presença e eliminar os pontos quanto antes.

 

Como evitar a umidade

Muitas vezes infiltrações aparecem por falta de proteção adequada na interna nas paredes. A proteção deve ser feita durante a execução da obra, e a pressa ou economia podem fazer prejudicar essas etapas. A cobertura ideal e a impermeabilização de vigas e alicerces durante a construção também são fatores importantes para evitar a umidade a longo prazo.

 

Como tirar a umidade da parede

Em casas já habitadas, a parede com mofo deve ser tratada o quanto antes. O cloro e a água sanitária são os produtos mais indicados para aplicação direta em cima da parte afetada. Se a infiltração já está muito avançada, então deve se fazer uma raspagem e aplicar um impermeabilizante seguido de massa corrida.

 

Cuidados após retirar o mofo

Fazer os procedimentos corretamente evita que a umidade retorne. Para manutenção das paredes, pode-se aplicar um spray anti-mofo na região mais afetada pela infiltração. É também importante ter uma boa ventilação nos cômodos para evitar o que o mofo volte a aparecer. Exaustores na cozinha e aberturas no banheiro são essenciais nesse caso. Em ambientes muito fechados, como despensa e garagem, pode-se colocar um carvão no ambiente, pois o mineral ajuda a absorver a umidade. Fazer a manutenção periódica de ares condicionados, ventiladores e climatizadores evitam o calor excessivo dentro de casa.

Categoria: Tintas
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Chumbadores: o que são e onde utilizá-los

Publicado em 09/01/2017 às 08h46

 

 

Chumbadores (ou Parabolts) são parafusos com buchas de metal que servem para fixar componentes em diversos tipos de materiais base que geralmente possuem grande peso e também necessitam ser extremamente fixados no local. Existem no mercado variados tipos de chumbadores, de acordo com o material especificado. Aqui na Impacto, atualmente, trabalhamos com dois modelos, que seriam os modelos CBA com Parafuso, e CBA com Prisioneiro. Abaixo você confere a diferença entre os dois:

 

CBA com Parafuso – Ancoragem Mecânica

CBA com Parafuso é um chumbador de expansão controlada por torque, composto por parafuso, arruela, jaqueta e cone. O prolongador de corpo varia de acordo com o tamanho do parafuso. Esse tipo de chumbador é muito útil para peças que necessitam ficar fixas no local instalado.
> Características e Vantagens: 
  • Cone com desenho exclusivo, possui guias que garantem um perfeito encaixe na jaqueta impedindo que gire em falso;
  • Instalação simples;
  • Sem limitação de profundidade para instalação;
  • Alto desempenho em tração;
  • Excelente custo / benefício;
  • Acabamento zincado branco.

> Principais Aplicações:

  • Instalação elétrica, hidráulica, ar-condicionado, incêndio e gás;
  • Instalação de estruturas e peças metálicas.

 

CBA com Prisioneiro – Ancoragem Mecânica

CBA com Prisioneiro é um chumbador de expansão controlada por torque, composto por prisioneiro, arruela, jaqueta e cone. O prolongador de corpo varia de acordo com o tamanho do prisioneiro. Esse tipo de chumbador é utilizado para peças que necessitam de montagem e desmontagem constantes.
> Características e Vantagens:
  • Cone com desenho exclusivo, possui guias que garantem um perfeito encaixe na jaqueta impedindo que gire em falso;
  • Instalação simples;
  • Sem limitação e profundidade para instalação;
  • Alto desempenho em tração;
  • Excelente custo / benefício;
  • Facilidade no posicionamento e manuseio da peça;
  • Acabamento zincado branco.
 
> Principais Aplicações:
  • Instalação elétrica, hidráulica, ar-condicionado, incêndio e gás;
  • Instalação de estruturas e peças metálicas.

Categoria: Ferragens
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Conheça alguns tipos de desempenadeiras e para que servem

Publicado em 06/01/2017 às 08h00

 

A desempenadeira tem como função principal nivelar a parede, espalhando a massa de maneira uniforme e alinhada, mas também serve para assentamento de azulejos, cerâmicas e pedras decorativas. Geralmente são produzidas em chapas de aço, madeira ou PVC. A seguir, conheça os principais tipos de desempenadeiras mais utilizadas no mercado.

 

Desempenadeiras Lisas e Superlisas

A desempenadeira lisa é a mais básica, indicada para realizar preparos de massa, revestimentos de superfícies com massa grossa ou fina e acabamentos regulares ou planos. É utilizada para manusear massas, argamassas e monocapas. A sua base alveolar (que mais parece uma colméia) serve para remoção de eventuais partículas deixadas para trás durante a aplicação do produto.

No caso das desempenadeiras superlisas, sua base é totalmente plana, e são indicadas para trabalhos mais delicados como preparo de massa fina ou monocapas.
Os dois tipos podem ser encontrados em modelos fabricados de PVC, chapas de aço ou madeira.

 

Desempenadeiras Dentadas e Superdentadas

Desempenadeiras dentadas geralmente são produzidas em chapas de aço, e possuem dois lados (mais largo e mais estreito) dentados para um melhor assentamento de azulejos, pedras e cerâmicas, deixando sulcos aonde é passada para melhor fixação. São fabricadas com dentes de 6 e 8mm de espaçamento entre si.

Já as desempenadeiras superdentadas, são encontradas com dentes de 10 e 12mm e são utilizadas para assentamento de cerâmicas maiores, até mesmo porcelanatos e grés (desempenadeiras com dentes em formato U).

 

Desempenadeiras de Espuma ou Emborrachadas

Desempenadeiras de espuma nivelam massas, argamassas, monocapas e realizam acabamento em massa fina. Sua base é revestida com espuma de poliuretano de 2 cm de espessura e possui uma densidade que permite que seja resistente e flexível ao mesmo tempo.

Já a desempenadeira emborrachada é ideal para dar acabamento mais liso em rebocos, substituindo o uso da esponja.

Podem ser usadas também para a aplicação de rejuntamento; facilitando a remoção dos excessos de rejuntamento sobre os revestimentos.

 

Desempenadeiras de Borda Redonda

A desempenadeira de borda redonda possui formato elíptico ao invés de retangular. É indicada para aplicação superficial de cimento quando da queima de pisos cimentados. Também faz o alisamento da concretagem por deposição ou projeção, já que facilita o contorno de pilares e tubos.

O formato curvo permite o movimento de vai e vem na superfície do concreto, evitando marcas e riscos.

Categoria: Ferragens
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Parafusos: Confira os modelos e tipos ideais para seu trabalho

Publicado em 05/01/2017 às 15h00

 

 

 

Está procurando pelo parafuso ideal para determinado serviço que você precisa realizar? Preparamos um guia completo para você poder se informar e utilizar o modelo mais adequado, para que seu trabalho fique perfeito. Confira!


Parafusos são elementos de fixação, empregados na união não permanente de peças, isto é, as peças podem ser montadas e desmontadas facilmente, bastando apertar e desapertar os parafusos que as mantêm unidas. Os parafusos se diferenciam pela forma da rosca, da cabeça, da haste e do tipo de acionamento.

 

 

O corpo do parafuso pode ser cilíndrico ou cônico, totalmente roscado ou parcialmente roscado. A cabeça pode apresentar vários formatos; porém, há parafusos sem cabeça.

Há uma enorme variedade de parafusos que podem ser diferenciados pelo formato da cabeça, do corpo e da ponta. Essas diferenças, determinadas pela função dos parafusos, permite classificá-los em quatro grandes grupos: parafusos passantes, parafusos não-passantes, parafusos de pressão, parafusos prisioneiros.

 

Parafusos Passantes

Esses parafusos atravessam, de lado a lado, as peças a serem unidas, passando livremente nos furos. Dependendo do serviço, esses parafusos, além das porcas, utilizam arruelas e contraporcas como acessórios. Os parafusos passantes apresentam-se com cabeça ou sem cabeça.

 

Parafusos não-passantes A U L A

São parafusos que não utilizam porcas. O papel de porca é desempenhado pelo furo roscado, feito numa das peças a ser unida.

 

Parafusos de Pressão

Esses parafusos são fixados por meio de pressão. A pressão é exercida pelas pontas dos parafusos contra a peça a ser fixada. Os parafusos de pressão podem apresentar cabeça ou não.

 

Parafusos Prisioneiros

São parafusos sem cabeça com rosca em ambas as extremidades, sendo recomendados nas situações que exigem montagens e desmontagens freqüentes. Em tais situações, o uso de outros tipos de parafusos acaba danificando a rosca dos furos. 

As roscas dos parafusos prisioneiros podem ter passos diferentes ou sentidos opostos, isto é, um horário e o outro anti-horário. Para fixarmos o prisioneiro no furo da máquina, utilizamos uma ferramenta especial, caso não haja esta ferramenta, improvisa-se um apoio com duas porcas travadas numa das extremidades do prisioneiro.

Após a fixação do prisioneiro pela outra extremidade, retiram-se as porcas. A segunda peça é apertada mediante uma porca e arruela, aplicadas à extremidade livre do prisioneiro.

O parafuso prisioneiro permanece no lugar quando as peças são desmontadas.

 

Vimos uma classificação de parafusos quanto à função que eles exercem. Veremos, a seguir, alguns tipos de parafusos, em um quadro síntese com características da cabeça, do corpo, das pontas e com indicação dos dispositivos de atarraxamento.

 

E abaixo, um quadro com a ilustração dos tipos de parafusos em sua forma completa.

Categoria: Ferragens
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Fiação Elétrica: Saiba qual a mais adequada para sua residência

Publicado em 05/01/2017 às 08h00

 

Para saber qual a fiação adequada para a instalação ou manutenção elétrica de sua residência, confira abaixo algumas dicas dadas por especialistas nessa área, assim você fica tranquilo e seguro no seu mais confortável local.

Somando-se as potências em watts das lâmpadas, tomadas e os possíveis equipamentos que serão usados, você irá determinar a potência em watts totais do seu sistema elétrico. E será essa potência total que determinará qual a rede elétrica que deve funcionar na entrada de seu medidor.

Portanto, sabendo-se a tensão em volts de entrada, e tendo-se feito o calculo da carga total em watts de sua residência, pode-se determinar com precisão a bitola do condutor que sai do medidor até a caixa de disjuntores interna. Normalmente o calibre ou bitola mínimo usado é o de 10.0 mm² (conhecido como cabo 10 mm²) tanto para a fase quanto para o neutro.

 

 

O cabo elétrico de 6.0 mm² só é usado quando a carga é mínima, e mesmo assim as Distribuidoras não costumam aprovar essa utilização de bitola.

A seguir uma tabela de Capacidade de Condução de Corrente de cabos condutores:

  • Cabo de bitola 1,5 mm² suporta corrente de 15,5 ampères sem aquecer.
  • Cabo de bitola 2,5 mm² suporta corrente de 21,0 ampères sem aquecer.
  • Cabo de bitola 4,0 mm² suporta corrente de 28,0 ampères sem aquecer.
  • Cabo de bitola 6,0 mm² suporta corrente de 36,0 ampères sem aquecer.
  • Cabo de bitola 10,0 mm² suporta corrente de 50,0 ampères sem aquecer.

Assim tendo a tabela de capacidade de condução de corrente dos principais cabos condutores, sabendo-se a soma da carga em watts do circuito elétrico e tendo-se determinado à tensão em volts de entrada, basta utilizar uma fórmula matemática simples da Lei de OHM/Watt que diz assim:

 

> A corrente em ampères é igual à divisão da potência em watts pela tensão em volts, ou seja: I = P/U onde “I” é o símbolo da corrente, “P” é o símbolo da potência e “U” o símbolo da tensão.

 

Deve lembrar que tomadas de uso comum (TUG) para equipamentos de pouca potência em watts (televisão, rádios, liquidificadores, etc.) tem o valor específico de 100 watts. Já as tomadas de uso especial (TUE) tem seu valor em watts de acordo com o equipamento a ser instalado na tomada. Ex: ponto de tomada de alimentação para chuveiro elétrico mais usado é de 5400 watts (5,4 KW).

O condutor de 1,5 mm² só é utilizado para o retorno das lâmpadas (aquele fio que sai do interruptor até a lâmpada) e o condutor de 2,5 mm² é o mínimo utilizado para tomadas de uso comum.

Fora isso, deve ser calculado a bitola correta do cabo elétrico de acordo com a potência para as tomadas de uso especial. Qualquer eletricista profissional deve ter conhecimento desses regulamentos para poder oferecer um serviço de qualidade com garantia e segurança para não ocasionar um acidente elétrico mais adiante.

Isso também possibilita uma economia substancial se utilizando a bitola correta calculada mediante um projeto fácil e simples sabendo-se os valores especificados acima. Todas essas normas são regulamentadas pela NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas em conjunto com o INMETRO).

 

 

O importante é que os circuitos não fiquem sem proteção, ou seja, devem sempre ter um disjuntor termomagnético como proteção a sobrecargas e curto circuitos, e se possível um Interruptor Diferencial (Também conhecido popularmente como disjuntor DR) que se desarma ao haver uma DDP (Diferença de Potencial) atípica, ou seja, se uma pessoa inadvertidamente tocar em um condutor (fio) desencapado e energizado, e levar um choque, o Dispositivo DR desarma, cortando a energia e impedindo que a pessoa seja eletrocutada.

É MUITO importante saber que o fio condutor de 1,5 mm² somente é recomendado para a utilização do condutor denominado RETORNO, que é aquele que sai do interruptor e vai para o receptáculo onde será colocada a lâmpada.

É bom lembrar que a utilização de condutores de bitola ou calibre maior torna mais caro a execução do serviço elétrico, mas pode proporcionar uma melhor segurança desde que os disjuntores eletromagnéticos sejam mantidos em sua corrente de ruptura conforme o cálculo original. Quando você efetua o cálculo da soma da corrente dos circuitos, é automaticamente estabelecida a capacidade de condução de corrente dos condutores de acordo com a tabela da ABNT, e consequentemente a corrente aproximada de ruptura (desarme) dos disjuntores de proteção. Ao utilizar fios condutores de maior calibre, não podem ser mudados os disjuntores termomagnéticos, que devem ser mantidos na corrente pré-calculada inicial.

Categoria: Elétrica
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